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Fim da linha

O final de um blogue pode ser anunciado com um longo discurso de agradecimento e com a reflexão do percurso do que por aqui foi aparecendo durante um ano e meio.

Também pode ser anunciado de uma forma mais curta, concisa e lapidar.

A opção é a segunda.

Este blogue fica por aqui.

Adeus e obrigado.

Synecdoche, New York

http://www.youtube.com/watch?v=vKQqxt7xd20&feature=related

Faz o golo “allez”

O próximo Domingo vai ser um dia emocionante e vibrante.

Não sei se feliz – o Braga também poderá ser um justo campeão.

Sei que pelas 20:00 estarei emocionado. Lágrima no olho.

Campeão, ou não, haverá algo certo. Orgulho por sentir esta camisola.

Obrigado Benfica.

Fim-de-semana


Persistência da frouxidão

Há alguns anos que estou inserido no mercado de trabalho. Passei por empresas que forneciam serviços distintos e que actuavam em áreas de negócio distintas umas das outras. Vivi a pequena empresa – quase familiar – que se está a lançar no mercado, a multinacional que age sem concorrência em áreas especificas de negócio e o gigantesco conglomerado nacional com milhares de colaboradores.

Embora neste percurso tenha transitado por organizações tão distintas nas suas formas e nos seus propósitos, existem algumas particularidades que são comuns a todas elas.

Uma delas causa-me – se calhar vai causar sempre  – algum pasmo. As pessoas que pairam pelas organizações sem que saibamos muito bem o que fazem por ali. Existe uma classe de pessoas que parece passar pelos dias sem obrigações, sem responsabilidades e sem afazeres. Passam os dias pelos sites dos jornais desportivos, a zelar por avatares virtuais nos FarmVille e quejandos online, e junto às máquinas do café a contar graçolas. Não há ninguém a quem prestem contas ou apresentem resultados, talvez porque – pasmo novamente – não haja ninguém que exerça algum tipo de chefia e exija esses resultados.

O contacto que tenho tido com “colaboradores” deste tipo não faz deles uma regra. São claramente a excepção. Mas à medida que vamos conhecendo organizações de maior dimensão, percebemos também que o número de pessoas que pairam nesse regime vai aumentando proporcionalmente. Para uma organização, o custo operacional de uma pessoa que tem como única função estar presente é enorme. O pagamento de um vencimento a quem não exerce as funções por persistência de frouxidão é imoral para quem recebe e devia afligir quem paga.

Sem produtividade e sem resultados há quem se vá perpetuando nas organizações. Muitas vezes até vão progredindo nas hierarquias.

Decalcando para um retrato mais generalizado das endemias lusas vemos que esta forma de estar é tradicional.

Há quem vá ficando pelas sombras uma e outra vez, e ao fim de algum tempo vai ficando por ali. Com o passar do tempo, alija-se das tarefas que lhe competiam. Entretanto a orgânica dos processos vai distribuindo esse trabalho, que  vai ficando por fazer, para outras pessoas ou outros departamentos.

Palpita-me que um dia destes voltarei a esta temática.

FarmVille

Factos inevitáveis

O 32º título do Benfica está para as expectativas dos Benfiquistas como a chegada do FMI para o País.

Ambos vão chegar. Só falta saber em que semana.

Fim de noite

Fim-de-semana

26

Carris pondera nova carreira entre Benfica e Campo Grande.

O “clássico” dos “clássicos” joga-se hoje.

Hábitos – a mudança

Consta que um dia Charles Dickens terá dito que “O homem é um animal de hábitos”.

O “hábito” é uma zona de segurança e de conforto. Ajuda a manter a ordem e a previsibilidade. Permite o controlo da variáveis e controlando as variáveis controlamos a surpresa, o esforço e a aleatoriedade.

Podem existir diversas mudanças que alterem muitos dos hábitos instituídos na vida. Ainda assim, parece-me que a modificação que pode conduzir à maior alteração de hábitos é uma mudança de emprego.

Com uma mudança de emprego deixámos de repetir os exercícios mentais diários aos quais habituámos os nossos neurónios durante anos. Embora isso  acabe por ser irritante – quando pensamos que a repetição se faz por defeito e de forma meio estupidificante – percebemos também que esses mecanismos servem para pouparmos tempo e energias.

Muitas das rotinas são alteradas numa mudança de emprego. A hora de despertar, os percursos, as tarefas, os colegas, os almoços, a disponibilidade temporal. Para uma pessoa se adaptar a tudo isso precisa de criar novos hábitos e novas rotinas. Perceber qual a sua posição, perceber as afinidades com os novos colegas, aprender novos modelos de negócio. Muitas transformações ocorrem e para correspondermos às expectativas que nos são depositadas é preciso responder de forma adequada a todas as novas variáveis. Energicamente e mentalmente é díficil de gerir.

No dia em que os hábitos estiverem instalados e assimilados e em que todas as novidades se transformem em  processos mecanizados será, provavelmente, o dia em que devemos começar a pensar mudar todos estes hábitos novamente.

Saída/Entrada

O final de um percurso laboral numa determinada organização comporta sempre algumas expectativas e alguns receios.

As expectativas vão para a adaptação às novas funções, novos colegas, novas tecnologias e novas metodologias de trabalho.

Os receios vão para a nostalgia da despedida, para a forma como as pessoas podem reagir à saída de um colega mas, sobretudo, pela marca que deixamos após vários anos de trabalho.

O desvanecer dos receios chega com  o aproximar do dia da partida. Os telefonemas mais institucionais dos clientes desejando felicidades, as abordagens na máquina do café procurando saber a próxima paragem, as reacções aos emails que dão conta da partida. Na reacção a esses emails, não deixa de surpreender, as boas reacções que chegam de franjas de uma organização, com alguma dimensão, que dão boa conta da imagem que deixamos para trás. Isso é gratificante.

Mas aquilo que é mesmo gratificante é perceber, ali nos momentos finais, que não deixámos ex-colegas para trás. Ao longo destes anos, ganhámos amigos.

Obrigado a todos.

Semana Santa no Sardoal

Foto por Pedro Sousa

Memórias

Trabalhos

Se um velho atalho fosse o caminho certo há muito que seria uma estrada principal.

Do luto à festa

Foto por Pedro Sousa

Celebrações e tradições religiosas levam os católicos da Semana Santa à Páscoa

(com uma pequena referência à Vila)

#3

Cassius – Cassius 1999 Remix (Radio Edit)

O final da década 90 do século passado projectou diversos projectos franceses em múltiplas áreas dançantes e dançáveis. Dessa época, diversos hinos electrónico-festivos ficaram no trânsito das memórias sonoras. Muitos desses nomes -Daft Punk, Air, Laurent Garnier, Dimitri Of Paris, St. Germain, Etienne de Crécy, Alex Gopher – criaram o movimento que ficou conhecido por French Touch.

Esta escolha representa a deferência por esse período da história – todos os hinos da electrónica francófona que ficaram no ouvido e que ainda hoje parecem actuais. Músicas com um forte apelo dançante, festivo, reutilizando referências funk e soul de décadas anteriores e talhadas com enorme bom gosto.

Há músicas que nos fazem querer estar em festa. Esta é uma delas.

Dimitri Of Paris

O FCP com (e sem) Givanildo

Porto com Givanildo: 13 pontos perdidos.
Porto sem Givanildo: 9 pontos perdidos.
Tudo o resto são tretas para enganar papalvos.

Liguilha

Os meses de suspensão impostos pela Comissão Disciplinar da Liga, por agressões a agentes não desportivos, efectuadas por Hulk (doravante tratado pelo seu nome próprio) e Sapunaru já tinham parecido um pouco despropositadas e persecutórias.

A disparidade da decisão apresentada pelo recurso do FCP ao Conselho de Justiça da Federação, mostra que no futebol de consumo interno as tribos remam em sentidos distintos. Sobretudo, orgãos de justiça reguladores da mesma competição revelam uma leitura da lei tão distante e tão desfasada que só mostra que alguém anda a agir de má fé (se calhar andam todos).

Ainda assim, espero que não apareçam as teorias situacionistas e dos “ses” para justificar uma má época desportiva de uns e uma boa época desportiva de outros. Enveredando por esse caminho, convido à recordação dos 17 jogos efectuados pelo FCP na ausência de Givanildo. No campeonato perderam 9 pontos. Nada garante que os ganhassem com Givanildo em campo, tal como nada garante que não tivessem perdido pontos noutros jogos em que Givanildo abrilhantasse as partidas…

São as instâncias de justiça dos orgãos do futebol  a propiciar polémicas e suspeições incendiárias. Não é de admirar violência no futebol. Seguindo este caminho de descrédito, um dia, só os grunhos acéfalos se vão apresentar nos estádios.

Ecos dos confins do Ribatejo Norte

Diversos arautos fazem chegar de forma célere as novas sucedidas na Procissão dos Passos.

Os “finais” são mesmo assim: desgovernados, desnorteados e desoladores.

Orgulho incontido. Orgulho eterno.

Festivais

Flaming Lips, Massive Attack e MIA no Sudoeste

Pode ser a promessa de termos, finalmente, um cartaz em condições no Sudoeste.

“Achamentos” na blogoesfera brasileira

Agressão verbal
Elas:
- Seu babaca escroto, animal filho da puta, ladrão, salafrário, viciado,
preguiçoso, vagabundo, corrupto, pão duro, mau-caráter, sanguessuga,
imbecil, cachaceiro, mulherengo, chifrudo ordinário, idiota, bêbado, burro,
inútil, você é um resto de merda que não serve pra porra nenhuma, seu
maldito desgraçado imprestável do inferno.

Eles:
- Gorda!

Ok, isso foi golpe baixo!

Daqui.

Parabéns rapazes

O cachecol Sagrado, personalizado

Blog em WordPress.com. | Tema: Motion por volcanic.
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