Moço com interesse em compilações de lounge e downtempo escandinavas; filmes medíocres que acabem por se converter em obras cinéfilas de deleite sensorial; todo o espectro de comezainas, tradicionais ou de vanguarda, que se encontrem desde a tasca ao restaurante estrelado pela Michelin; passeios por geografias inesperadas com pessoas inesperadas; grandes distâncias temporais dedicadas ao sono por entre cobertas acolhedoras e felpudas; exposições fotográficas com corpos femininos de formas generosas, abordados com respeito e simpatia.

Dedica boa parte do tempo disponível a percepcionar vibrações sonoras dos demais artistas:

Daft Punk, Soulwax, Tiga, Headman, The White Stripes, Ralph Myerz & the Jack Herren Band, The Strokes, Franz Ferdinand, Josh Rouse, Chemical Brothers, De-Phazz, Beck, Nick Drake, 2 Many Djs, Richard Dorfmeister, Felix Da Housecat, Artic Monkeys, Manu Chao, Mr. Scruff, Gui Boratto, Parov Stelar, Simian Mobile Disco, Justice, Depeche Mode, Digitalism, Badly Drawn Boy, LCD Soundsystem, Boys Noize, Nicola Conte, Gorillaz, Beastie Boys, Burial, Amon Tobin, Sigur Rós, Interpol, URBS, Beirut, Goldfrapp, Spektrum, Jamie Lidell, Calvin Harris, MSTRKRFT, Shinichi Osawa, Deadmau5, Quantic, Plej, Bonobo, Zombie Nation, Federico Aubele, Etienne de Crécy, Lily Allen e Boney M (Boney M é o meu guilty pleasure musical).