Category: Sons


Santa Esmeralda

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Giorgio Moroder

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Boney M

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#4

Ralph Myerz and the Jack Herren Band – Think Twice

Já há alguns anos que as electrónicas que aterram da Escandinávia mostram estar alguns anos à frente de demais concorrência.

Cor,  relaxamento, tons surreais, múltiplas camadas de criatividade, quase como se tudo isto tivesse sido composto num sonho. Uma chamada às boas sensações escondidas no nosso âmago. E às vezes elas andam hibernadas.

Lá, próximo ao círculo polar árctico, parece ser mais fácil criar melodias que nos levam ao firmamento.

Sonhos, Bons

Em busca de batidas perfeitas

Aqui ficam algumas das descobertas mais entusiasmantes das últimas semanas.

Chama-se a atenção que qualquer das referências está na linha da frente das sonoridades electrónicas mais agitadas.

Lost Valentinos – Thief (Shinichi Osawa Remix) – Electro nascido em Sidney e reconvertido no Japão. Shinichi Osawa é um mago da batida.

Zombie Nation  –  Radio Controlled (Hey Today! Remix) – Em inglês técnico: fully glitchy-crazy-electro-BANG.

Kollektiv Turmstrasse – Melodrama (Oliver Huntemann Remix) – Quando as linhas de sintetizadores hipnotizam e pedem segunda audição. Minimal, minimal…

VITALIC – Your Disco Song – Mesmo dado a preguiças, Vitalic saca mais um coelho da cartola. Não é um “My Friend Dario” ou um “La Rock 01”, mas cumpre no pit-stop antes de voltar a delinear techno a sério.

Gostando é pedir um direccionamento do respectivo MêPê3 para a caixa de correio.

Kollektiv Turmstrasse – Melodrama (Oliver Huntemann Remix)

A melancolia das coisas bonitas

Bom Outono a todos!

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Estamos a definir formas, conceitos, sabores e texturas.

A aprender a dosear quantidades, a escolher os melhores ingredientes e as estremar os moldes mais sensatos.

A massa da Tigelada está quase a chegar à boca do forno.

#5

Mr. Scruff – Get a Move On

Existem melodias com preceito de prescrição médica para curar pequenas depressões e demais tristezas.

A partir de um sample de “Bird’s Lament” (1969) de Moondog, Mr. Scruff adornou a um elemento jazzistico clássico novas coordenadas electrónicas e encheu as demais frinchas melódicas com uma linha de baixo volumosa mas suave e elegante.

Há músicas assim que nos deixam com um sorriso na face e um apelo – ao qual é impossível oferecer resistência – para dar à anca e bater o pé.

O funk do futuro deveria ser assim.

The Prime Time of Your Life

Boa semana

Notícia do dia no quadrante electro

Vitalic com novo álbum, Flashmob.

#6

Sigur Rós – Olsen Olsen

Existem escassas vozes e melodias que conseguem angelizar certos dialectos e transformar esse discurso em algo que todas as nossas almas sabem traduzir e sentir. Mais do que isso, conseguem pegar em nós e levar-nos em direcção às estrelas e quase, quase fazer-nos tocar nelas.

Um afago à Consciência e ao Ser em forma de expressão musical.

Adeus e obrigado

Com a saída de Noel Gallagher, os Oasis perdem o seu guitarrista e o seu principal compositor. Talvez o grupo já não sobreviva sem esta alma. Mas ficam para a história algumas das melhores canções das duas últimas décadas.

Apesar de arrogantes, petulantes, mal humorados e adeptos do Manchester City (?!) quem faz canções como esta merecerá sempre a minha emoção.

Respeito e Devoção

Monsieur Oizo

Monsieur Oizo

A paixão pelo “minimal” floresce

A criatividade é a melhor das ferramentas para fazer frente à escassez de recursos.

#7

Vitalic – Newman

Há dias daqueles em que tudo corre mal e apetece rebentar com tudo o que nos passe pela frente.

A salvação pode chegar de diversas formas. “Newman” do Vitalic é uma dessas formas.

Porque há músicas que entram pelos nossos ouvidos dentro (com fones volumosos) e absorvem toda a raiva, angústia e desalento. Arrastam estas emoções para memórias que, embora próximas, se distanciam e estilhaçam na menoridade e pouca valia que sempre deviam ter tido. E a serenidade volta a surgir…

# 8

The Strokes – You Only Live Once

Com um lugar especial em muitos finais de noite enebriados, esta música é um trecho rock que aponta o caminho da redenção. Tocada com mestria e envolvência e cantada algures entre o pedido de ajuda pessoal e a psicoterapia emocional a terceiros. Um pedido de SOS mas ao mesmo tempo um dar a mão a quem procura antever dias melhores mas com algum desprovimento de esperança.

#9

Nicola Conte – Bossa per Due

Algures entre a bossa nova e o nu-jazz Nicola Conte produziu um pequeno deleite sonoro.
Elegante, atmosférico, suave mas ainda assim com apelo dançante.
Para a toma do Martini, mesmo antes do início do jantar, algures à beira mar em Santorini.

Amanhã na Praia do Tonel

Os maiores, os únicos, os mestres… e eu, invejoso, invejoso…

Nos próximos posts este blogue discorrerá sobre o trivial exercício de levar música para uma ilha deserta. Este tipo de escolhas é sempre redutora, portanto serão apenas 10 canções – porque seria mais trabalhoso escolher 100.
A apresentação das 10 músicas não obedecerá a qualquer ordem de preferência. Serve somente para contabilização.

#10
Etienne de Crécy – Prix Choc

Batidas elegantes, linha de baixo volumosa, melodia sofisticada. Provavelmente a mais próxima sensação sonora de estar a tomar um Daiquiri num lounge de um hotel parisiense.

Tentações de Verão

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Anda um gabirú a tentar regressar à normalidade e aparecem estes moços todos a desencaminhar:

Cream Stage
Underworld
Junior Boys

Turbo Arena
Tiga
Proxy
Riton
Zombie Nation
Jori Hulkkonen
Jesper Dahlback
Seth Troxler
Thomas Von Party
Mike Mind

Ai, ai, ai…

Findando o dia

E o futuro? O futuro é ali à frente!

E há sol!…

Porque o Sol volta sempre a raiar.