Afinal que projectamos nós?

O contorno da sombra é agigantado ou inexistente de acordo com as múltiplas incidências de luz que atingem o corpo.

Mas existe um momento no qual a sombra não existe, o zénite. O momento em que  a fonte de luz dominante atinge o seu fastígio e em que a nossa sombra desaparece. Nesse momento, a omissão da sombra pode ser usada para percebermos os reais contornos daquilo que reflectimos.

A real percepção daquilo que uma sombra pode reflectir só em escassos momentos consegue repercutir com precisão realmente o que somos. Mas conhecendo com exactidão os reais contornos do que somos, dificilmente seremos surpreendidos por aquelas sombras que nos perseguem e que muitas vezes não parecem  nossas.

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