Desde o início da difusão generalizada do cinema, que muito da evolução tecnológica de ponta teve como incubadora o cinema e os avanços  das suas técnicas de produção. De tempos a tempos, surgem essas obras que apresentam evoluções técnicas e redefinem conceitos e patamares de qualidade.

Longe de ter uma história brilhante – e com um argumento incapaz de fugir a um punhado de lugares comuns –  Avatar vale pelo aparato tecnológico e pelas novas técnicas de cinema digital que introduz. É provavelmente o filme visualmente mais espantoso do Cinema. Só isto faz com que seja merecedor de um visionamento.

Uma nota final a melómanos: a sonoplastia e banda sonora é bastante trivial, longe de cavalgadas orquestrais à “Lord of The Rings” ou composições sinfónicas “à la” John Williams. Acaba mesmo com uma cançoneta da Céline Dion, no momento em que fica a porta aberta para um Avatar 2. Isto é coisa para não augurar nada de bom para a sequela…

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